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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Olá!

 Bem o tempo está cinzento, e não apetece nada de nada, mas temos de trabuquir.
 A partir de hoje e como prometido vou pedir-vos uns conselhos gratuítos, porque estou falida lolll, mas preciso na mesma de opiniões e correcções, é claro e da minha amiga I. enquanto a tenho por estas bandas, pois, porque ela secalhar vai deixar-nos, confesso que fiquei um pouco triste, embora reconheça que vai ser para melhor, e a vida tem de continuar.
                                             História de uma vida
   Como posso definir a minha vida, mais concretamente, as minhas origens, uma simples frase define tudo:
"Nasci de uma roseira seca, não de água, mas de amor, cresci ao sabor do vento, sem sentir o verdadeiro sabor da palavra mãe"
  Quantas serão as roseiras secas? Quantos sentirão o fel de uma palavra tão pequena mas ao mesmo tempo tão grandiosa, isso reconheço actualmente, sei ser mãe, sei o que significa, sei amar incondicionalmente os meus cinco botões de rosa.
   Não hesitaria se por qualquer deles tivesse, de dar a última gota do meu sangue, porque é por eles que tudo é perfeito, que a minha vida tem côr e magia, que os meus momentos são perfeitos.
   Por isso aceito sem criticar a atitude da minha mãe, mas após tantos anos continuo sem entender o porquê? Sem conseguir compreender o abandono, o esquecimento, o desprezo.
   Consigo avaliar porque sei o quanto doi amar, quando algum deles sofre e eu nada posso fazer, apenas consolar e minimizar as situações, como se carregar no colo fosse nessa altura o mais importante, como se independente da idade, eles voltassem a ser bébés, e o meu consolo fosse o como um calmante, que apazigua e ameniza as situações.

Bem amanhã continuamos beijinhos
 

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