terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O prometido é devido!
Tal como prometi , aqui vai a foto da minha caçula, não se enganem por este ar introvertido, porque é uma verdadeira pestinha, lollllllll, e não se esqueçam que ainda faltam 4.
jinhos
Vamos continuar............
Recordações breves se entrelaçam na memória, misturando-se com cenas vividas.
Uma casa grande no meio de Lisboa como pano de fundo, a minha bisavó como sempre nos seus afazeres, entre a cozinha e o resto da casa, aquele sorriso imenso cheio de amor, comtemplando-me embevecida:
-Anda meu amor, ainda tens trabalhos da escola para fazer.
-E a mãe bisavó?
-Vai chegar tarde mas não te preocupes querida, vai-te despachar.
Aquela resposta eu já a sabia de cor, a ausência era uma constante, são muito vagas as recordações do seu amor por mim, ou da sua presença, o trabalho ocupava toda a sua vida, parecia não sobrar espaço para mais nada.
Embora o amor da bisavó completasse tudo o que existia no meu pequeno mundo nessa altura, o bisavô fazia-lhe muita falta, por vezes encontrava-a num cantinho da casa, quase escondida, com aqueles lindos olhos negros, marejados de lágrimas, era uma fraca figura, que com o passar do tempo acorcundava, o rosto sulcado por várias rugas, testemunho de uma vida de sacrifício, foi feliz sem dúvida, denunciava-o, quando dos seus lábios saíam histórias que soavam a melodias doces e agradáveis de se ouvir, diziam que tinha sido muito bonita, para mim era sem dúvida a pessoa mais linda do mundo.
Ainda sinto o perfume que deixava no ar, aroma de rosas, aroma de serenidade, é saudosismo sem dúvida, dava tudo por um abraço seu, por sentir de novo o pulsar do seu coração quando me segurava em seus braços, talvez um dia quem sabe.
O soalho rangia á sua passagem, a mesa de sala oval, servia de secretária, sentada ali no meio sentia-me uma princesa no trono, iluminada pelo candeeiro de cristal meticulosamente limpo, reflectia uma luz ténue.
Beijocas até amanhã
Uma casa grande no meio de Lisboa como pano de fundo, a minha bisavó como sempre nos seus afazeres, entre a cozinha e o resto da casa, aquele sorriso imenso cheio de amor, comtemplando-me embevecida:
-Anda meu amor, ainda tens trabalhos da escola para fazer.
-E a mãe bisavó?
-Vai chegar tarde mas não te preocupes querida, vai-te despachar.
Aquela resposta eu já a sabia de cor, a ausência era uma constante, são muito vagas as recordações do seu amor por mim, ou da sua presença, o trabalho ocupava toda a sua vida, parecia não sobrar espaço para mais nada.
Embora o amor da bisavó completasse tudo o que existia no meu pequeno mundo nessa altura, o bisavô fazia-lhe muita falta, por vezes encontrava-a num cantinho da casa, quase escondida, com aqueles lindos olhos negros, marejados de lágrimas, era uma fraca figura, que com o passar do tempo acorcundava, o rosto sulcado por várias rugas, testemunho de uma vida de sacrifício, foi feliz sem dúvida, denunciava-o, quando dos seus lábios saíam histórias que soavam a melodias doces e agradáveis de se ouvir, diziam que tinha sido muito bonita, para mim era sem dúvida a pessoa mais linda do mundo.
Ainda sinto o perfume que deixava no ar, aroma de rosas, aroma de serenidade, é saudosismo sem dúvida, dava tudo por um abraço seu, por sentir de novo o pulsar do seu coração quando me segurava em seus braços, talvez um dia quem sabe.
O soalho rangia á sua passagem, a mesa de sala oval, servia de secretária, sentada ali no meio sentia-me uma princesa no trono, iluminada pelo candeeiro de cristal meticulosamente limpo, reflectia uma luz ténue.
Beijocas até amanhã
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Olá!
Bem o tempo está cinzento, e não apetece nada de nada, mas temos de trabuquir.
A partir de hoje e como prometido vou pedir-vos uns conselhos gratuítos, porque estou falida lolll, mas preciso na mesma de opiniões e correcções, é claro e da minha amiga I. enquanto a tenho por estas bandas, pois, porque ela secalhar vai deixar-nos, confesso que fiquei um pouco triste, embora reconheça que vai ser para melhor, e a vida tem de continuar.
História de uma vida
Como posso definir a minha vida, mais concretamente, as minhas origens, uma simples frase define tudo:
"Nasci de uma roseira seca, não de água, mas de amor, cresci ao sabor do vento, sem sentir o verdadeiro sabor da palavra mãe"
Quantas serão as roseiras secas? Quantos sentirão o fel de uma palavra tão pequena mas ao mesmo tempo tão grandiosa, isso reconheço actualmente, sei ser mãe, sei o que significa, sei amar incondicionalmente os meus cinco botões de rosa.
Não hesitaria se por qualquer deles tivesse, de dar a última gota do meu sangue, porque é por eles que tudo é perfeito, que a minha vida tem côr e magia, que os meus momentos são perfeitos.
Por isso aceito sem criticar a atitude da minha mãe, mas após tantos anos continuo sem entender o porquê? Sem conseguir compreender o abandono, o esquecimento, o desprezo.
Consigo avaliar porque sei o quanto doi amar, quando algum deles sofre e eu nada posso fazer, apenas consolar e minimizar as situações, como se carregar no colo fosse nessa altura o mais importante, como se independente da idade, eles voltassem a ser bébés, e o meu consolo fosse o como um calmante, que apazigua e ameniza as situações.
Bem amanhã continuamos beijinhos
A partir de hoje e como prometido vou pedir-vos uns conselhos gratuítos, porque estou falida lolll, mas preciso na mesma de opiniões e correcções, é claro e da minha amiga I. enquanto a tenho por estas bandas, pois, porque ela secalhar vai deixar-nos, confesso que fiquei um pouco triste, embora reconheça que vai ser para melhor, e a vida tem de continuar.
História de uma vida
Como posso definir a minha vida, mais concretamente, as minhas origens, uma simples frase define tudo:
"Nasci de uma roseira seca, não de água, mas de amor, cresci ao sabor do vento, sem sentir o verdadeiro sabor da palavra mãe"
Quantas serão as roseiras secas? Quantos sentirão o fel de uma palavra tão pequena mas ao mesmo tempo tão grandiosa, isso reconheço actualmente, sei ser mãe, sei o que significa, sei amar incondicionalmente os meus cinco botões de rosa.
Não hesitaria se por qualquer deles tivesse, de dar a última gota do meu sangue, porque é por eles que tudo é perfeito, que a minha vida tem côr e magia, que os meus momentos são perfeitos.
Por isso aceito sem criticar a atitude da minha mãe, mas após tantos anos continuo sem entender o porquê? Sem conseguir compreender o abandono, o esquecimento, o desprezo.
Consigo avaliar porque sei o quanto doi amar, quando algum deles sofre e eu nada posso fazer, apenas consolar e minimizar as situações, como se carregar no colo fosse nessa altura o mais importante, como se independente da idade, eles voltassem a ser bébés, e o meu consolo fosse o como um calmante, que apazigua e ameniza as situações.
Bem amanhã continuamos beijinhos
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Bom dia!
Cá estou de novo após uns tempos de borla e ausência, mas com muito trabalho e preocupação á mistura, a minha filhota já foi operada aos adenoides, como estava tão entupida de espectoração, fui para o hospital nesse dia mas nunca pensei que as coisas seguissem em frente.
Mas é espectacular como os outros (médicos e enfermeiros) simplificam os nossos medos, quando não se trata de alguém, que lhes diga algo.........
Então com uma simples pergunta de, ela tem esta tosse desde?
Bem , disse, faz 2 meses.
Tudo bem vamos tirar a febre, se não tiver , vamos operar.
É claro para quem não está preparado, acho que nós pais nunca estamos, é sempre dificil.
Lá foi operada, ás 16h40mt.
Passado 1 hora, vesti uma bata verde esterilizada de enfermeiro, coloquei uma boina á laia de pintor, e fui para junto dela.
Nunca pensei sinceramente que o acordar de uma anestesia fosse tão complicado, quase não tive força para a segurar, não queria o meu colo, arrancou todos os fios e até o catéter, pelo qual estava a soro, valeu--me a ajuda das enfermeiras, senão tinha-a deixado caír ao chão, acho que tinha uma força tripla, nesse aspecto não posso reclamar, fui auxiliada por uma equipa muito boa.
Agora resultados???????????
Dizem que tenho de esperar, que leva tempo, continua com dificuldades respiratórias, e toda entupida, não sei o que hei-de fazer mais, secalhar esperar e dar tempo ao tempo.
Vamos ver.
Como estava em baixo, e segundo uma dica da minha amiga I. comecei a tomar umas ampolas de geleia real que se vendem no pingo doce na parte da dietética, que aconselho vivamente, custam 6,98 €, bem tomar.................é um pouco difícil, porque são tudo menos agradáveis, mas vale o sacrifício, porque me sinto bem melhor, ou seja como se diz, preparada para aquilo que vier, revigora o espírito e a mente.
A minha sorte é que todos os meus outros 4 meninos gozam de boa saúde.
Hoje estou em serviço externo, isto aqui é frio e húmido, numa terreola chamada Almargem do Bispo, não sei se conhecem, é agradável mas sinceramente, só no Verão, mas trabalho é trabalho, e face á situação actual, faz e não estrebuches é o melhor, não acham?
Não sou grande espingarda a escrever, mas como a minha vida dava uma boa novela, brevemente vou começar o esboço de um livro, que com as vossas opiniões e criticas, construtivas não é, penso levar adiante, posso contar com voçês?
Beijinhos até á próxima..........................................
Mas é espectacular como os outros (médicos e enfermeiros) simplificam os nossos medos, quando não se trata de alguém, que lhes diga algo.........
Então com uma simples pergunta de, ela tem esta tosse desde?
Bem , disse, faz 2 meses.
Tudo bem vamos tirar a febre, se não tiver , vamos operar.
É claro para quem não está preparado, acho que nós pais nunca estamos, é sempre dificil.
Lá foi operada, ás 16h40mt.
Passado 1 hora, vesti uma bata verde esterilizada de enfermeiro, coloquei uma boina á laia de pintor, e fui para junto dela.
Nunca pensei sinceramente que o acordar de uma anestesia fosse tão complicado, quase não tive força para a segurar, não queria o meu colo, arrancou todos os fios e até o catéter, pelo qual estava a soro, valeu--me a ajuda das enfermeiras, senão tinha-a deixado caír ao chão, acho que tinha uma força tripla, nesse aspecto não posso reclamar, fui auxiliada por uma equipa muito boa.
Agora resultados???????????
Dizem que tenho de esperar, que leva tempo, continua com dificuldades respiratórias, e toda entupida, não sei o que hei-de fazer mais, secalhar esperar e dar tempo ao tempo.
Vamos ver.
Como estava em baixo, e segundo uma dica da minha amiga I. comecei a tomar umas ampolas de geleia real que se vendem no pingo doce na parte da dietética, que aconselho vivamente, custam 6,98 €, bem tomar.................é um pouco difícil, porque são tudo menos agradáveis, mas vale o sacrifício, porque me sinto bem melhor, ou seja como se diz, preparada para aquilo que vier, revigora o espírito e a mente.
A minha sorte é que todos os meus outros 4 meninos gozam de boa saúde.
Hoje estou em serviço externo, isto aqui é frio e húmido, numa terreola chamada Almargem do Bispo, não sei se conhecem, é agradável mas sinceramente, só no Verão, mas trabalho é trabalho, e face á situação actual, faz e não estrebuches é o melhor, não acham?
Não sou grande espingarda a escrever, mas como a minha vida dava uma boa novela, brevemente vou começar o esboço de um livro, que com as vossas opiniões e criticas, construtivas não é, penso levar adiante, posso contar com voçês?
Beijinhos até á próxima..........................................
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